quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mudando o curso da história...

O que seria melhor do que NÃO precisar passar por uma cirurgia muito invasiva, com colocação de pinos e hastes para talvez aliviar a dor?
Se isso fosse possível? Mas é!
Hoje em dia a fisioterapia e as pesquisas evoluíram consideravelmente em relação à coluna. No Brasil, a população ainda não aderiu ao conceito e nega-se a acreditar que sem cirurgia ou remédio é possível eliminar a dor. Entretanto é possível, sim! Pesquisas realizadas na Austrália, Inglaterra e EUA – principais países e precurssores da técnica – demonstraram que até 87% dos indivíduos que já tem INDICAÇÃO CIRÚRGICA não precisaram operar após aplicação da Terapia Manual.
Então o que é a Terapia Manual?
Terapia Manual é qualquer técnica de caráter terapêutico aplicada com as mãos.
Porém, a definição fica muito abrangente, pois engloba desde massagem clássica às mais complexas e raras técnicas terapêuticas!
Logo, a preferência para definir como é esse tratamento tão benéfico para a sua coluna deve ser explicada de forma mais dinâmica.
Primeiro é necessário conhecer as ORIGENS de dor na coluna:
. Muscular
. Articular (vértebras)
. Neural (nervos)
Sendo assim, cada item de origem da dor deve ser tratado com técnicas específicas e objetivas, logo o paciente não melhorará se tratado com uma técnica muscular se o seu problema é neural.
Lembrando que o FISIOTERAPEUTA é o profissional mais capacitado para diagnosticar a ORIGEM da dor.
Agora que você conhece as origens da dor vamos às fases dessa reabilitação:
Primeira fase (ou fase analgésica)
Tem como objetivo diminuir a dor do paciente, ganhar amplitude de movimento e iniciar o processo de fortalecimento muscular segmentar (trabalhar de forma individual CADA músculo de cada vértebra).
Segunda fase (ou fase de fortalecimento segmentar ou estabilização)
Aqui o paciente tem dor mínima ou está sem dor, e o fisioterapeuta passará uma série de exercícios de fortalecimento da musculatura profunda (diretamente inserida na coluna vertebral), a fim de ESTABILIZAR os segmentos afetados.
Terceira fase (ou fase de manutenção)
Essa é a última fase com o fisioterapeuta. Aqui o paciente irá receber uma carga de exercícios com o objetivo de mantê-lo no quadro analgésico e inserí-lo na atividade física e/ou esportiva. Há casos que o paciente sente-se tão bem que mantém o trabalho com o fisioterapeuta de forma contínua, substituindo a academia.

Atenciosamente,

Ft. Caio Marengoni

0 comentários:

Postar um comentário